*Conselho da Igreja*



*Pastores*


Revº Hélio Osmar Fernandes


Revº Milton de Oliveira


*Presbíteros*


Hélio Ferreira de Araújo

Roberto da Freiria Estevão

Maria Selma Rodrigues

Célia Maria Pacheco Pernica

*Ministério de Ação Social e Diaconia*



*Diáconos e Diaconisas*


Maria Aparecida de Oliveira Araujo

José Marques da Silva

Genil Fereira de Lima

Benedito Rodrigues

Neide Regina Moreira Tomazinho

Elza Maria Monteiro da Silva

Jovino Brito da Silva

*Afirmação de fé*


Não estamos sós, vivemos no mundo de Deus.

Cremos em Deus, criador de todas as coisas; que veio em Jesus Cristo, a Palavra feita ser humano, para reconciliar e renovar; que opera em nós e outros pelo Espírito Santo.

Confiamos em Deus.

Somos chamados para ser Igreja: para celebrar a presença de Deus, para amar e servir aos outros, para buscar a justiça e resistir ao mal, para proclamar Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado, nosso juiz e nossa esperança.

Na vida, na morte, na vida além da morte, Deus está conosco. Não estamos sós.

Graças sejam dadas a Deus.



*Nossos Encontros Semanais*


Domingo: Escola Dominical  - 9:00hs - Culto de Louvor - 19:30hs

Terça e Quinta: Grupos Familiares - 20:00hs

Quarta: Estudo Bíblico - 20:00hs

Sábado: Grupo de Leitura da Bíblia - Jovens e Adolescentes - 14:30hs

18:30 - Ensaio do Coral

*Link-me*


Link-me

*Música*


*Bíblia On Line*




*Fale conosco*







Histórico:

- 24/10/2010 a 30/10/2010
- 12/09/2010 a 18/09/2010
- 05/09/2010 a 11/09/2010
- 29/08/2010 a 04/09/2010
- 22/08/2010 a 28/08/2010
- 01/06/2008 a 07/06/2008
- 25/05/2008 a 31/05/2008
- 27/04/2008 a 03/05/2008
- 20/04/2008 a 26/04/2008
- 09/04/2006 a 15/04/2006
- 02/04/2006 a 08/04/2006
- 19/03/2006 a 25/03/2006
- 19/02/2006 a 25/02/2006
- 12/02/2006 a 18/02/2006



Outros sites:

- UOL - O melhor conteúdo
- BOL - E-mail grátis
- Igreja Presbiteriana Independente do Brasil



Votação:

- Dê uma nota para meu blog


Indique esse Blog


Contador:

Código html:
Cristiny On Line




Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

Mt 6:10 b

 

Introdução

Estamos diante da terceira petição, na Oração do Senhor, e nela queremos meditar. Antes de tudo é preciso considerar que a expressão “Reino de Deus” significa o domínio da autoridade e da vontade de Deus sobre tudo e sobre todos, e de forma particular sobre seus filhos, em Cristo. A terceira petição está diretamente ligada à segunda – “Venha o teu reino” – tornando-se, assim, uma espécie de “prova dos nove”. Meditemos nela.

 

Faça-se a tua vontade

Conhecimento e prática. São duas coisas presentes (ou ausentes) no comportamento da sociedade. Conhecimento: é o saber teórico sobre alguma questão, sobre alguma coisa. Prática: é a transformação do conhecimento em ações, atitudes, atos. Em última analise, isto significa colocar em prática aquilo que se conhece teoricamente.

O mesmo princípio se aplica ao ensino de Jesus nesta parte da oração. Como dissemos acima, esta terceira petição está diretamente ligada a segunda. Podemos dizer que através destas duas petições Jesus ensina-nos a coerência que deve haver entre o conhecimento e a prática. Ou seja, “Venha o teu reino” seria o conhecimento (tomar conhecimento) do domínio absoluto e inegável de Deus sobre todas as coisas; “Faça-se a tua vontade” seria a nossa rendição urgente e inadiável ao reino (reinado) de Deus sobre nossa vida. Eu quero (desejo) que o teu reino se cumpra em mim e através de mim.

Quando oramos “Faça-se a tua vontade” evidentemente estamos pedindo e desejando a manifestação do reino de Deus sobre nós, aqui na terra.

 

O referencial da “vontade de Deus”

O nosso referencial, a fim de cumprirmos a vontade de Deus aqui na terra, não é simplesmente a nossa boa intenção; ou seja, fazer aquilo que eu acho que deve ser feito. O referencial por excelência foi apresentado por Jesus: “COMO NO CÉU”. Este é o modelo, este é o nosso parâmetro de conduta, aqui na terra. A vontade de Deus é feita e se faz sem cessar no céu. O Salmo 103:19-22 pode nos auxiliar neste ponto.

Os evangelhos também nos auxiliam. Através deles, vemos que Jesus Cristo também dá o exemplo de que aqui na terra a vontade de Deus deve ser preferida e estabelecida em nós, em detrimento de nossa vontade.

(Mt 26:39 ; Mc 14:36 ;  Lc 22:42 ; Jo 4:34 ; 6:38)

 

Concluindo

Quem ora “Venha o teu reino”, necessariamente, por uma questão de coerência, deve orar: “Seja feita a tua vontade”, a fim de que haja verdadeira harmonia entre a oração e a vida cristã dos filhos de Deus.

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 12:31
[ ] [ envie esta mensagem ]





O OLHAR DE DEUS

Mc 5:24b-34

 

INTRODUÇÃO

Há uma música de um grupo popular brasileiro, cujo refrão diz: EU SOU DO POVO, EU SOU UM ZÉ-NINGUÉM. AQUI EM BAIXO AS LEIS SÃO DIFERENTES.

A letra da música fala de um cidadão que se sente perdido no meio da multidão. No meio da multidão ele não tem valor, nem é notado.

Igual sentimento pode-se verificar na música do cantor Zé Ramalho, cujo título é: Admirável Gado Novo. A letra da música começa assim: VOCES QUE FAZEM PARTE DESSA MASSA... Esta letra, como a anterior, fala da massificação do ser humano.

Massificação é o processo de apenas focalizar a multidão (massa, ror) em detrimento da valorização do indivíduo, a tal ponto de igualar-lhe os sentimentos, os valores, as necessidades. Nesta perspectiva, os indivíduos tornam-se uma só massa.

Na massificação, a individualidade é imperceptível e, conseqüentemente, o individuo é anulado. A massificação faz com que todos sejam vistos da mesma forma, ou seja, não sejam vistos na sua individualidade e nas suas particularidades e peculiaridades.

Na sociedade moderna existe a massificação dos costumes, dos valores éticos e morais, da moda, do comportamento, propagados principalmente pelos meios de comunicação, especialmente a mídia televisiva.

Antigamente, o comportamento dos moradores da zona rural era bem diferente do comportamento dos moradores da cidade. Com o advento da energia elétrica na zona rural e, conseqüentemente, com a chegada, principalmente, da televisão ao sítio, estabeleceu-se um processo de massificação cultural do campo. A cultura de massa televisiva aniquilou a beleza da cultura do campo. Os habitantes do campo perderam a sua beleza cultural peculiar e o seu romantismo e, mesmo morando no campo, passaram a ter comportamentos iguais aos dos moradores da cidade.

Estamos fazendo estas rápidas considerações sociais justamente porque estamos diante de um texto do evangelho que nos apresenta a triste realidade da massificação. Podemos constatar no texto que lemos que:

·         A Massificação Anula O Indivíduo

·         A Massificação Ignora A Dor E O Sofrimento Do Individuo

·         A Massificação Não É Capaz De Perceber Gestos Nobres Do Individuo

Foi exatamente isso que ocorreu com os discípulos. Eles estavam com a visão massificada. Por isso, não perceberam a individualidade daquela mulher; não perceberam a dor e o sofrimento daquela mulher; e não perceberam o gesto nobre daquela mulher (toque de fé). Devido a visão massificada, os discípulos não enxergaram aquela mulher através da multidão.

CRISTO: Um Olhar Diferente

Porém, em Cristo encontramos um outro comportamento; um outro modo de olhar a vida, um outro modo de olhar as pessoas. Não é um olhar massificado. Cristo é aquele que, mesmo no meio da multidão, olha o ser humano como indivíduo; como homem e mulher criados à imagem e semelhança de Deus.

 

Para os discípulos, aquela mulher era mais uma no meio da multidão; era uma “Maria-ninguém”.

Mas, para Cristo, aquela mulher era um ser humano digno de atenção, de amor, de valorização.

 

A massificação faz com que muitas pessoas se sintam um “Zé-ninguém”, uma “Maria-ninguém”. Decorrente disso, muita gente sofre de complexo de inferioridade, auto-estima baixa; sente-se sem valor, sem capacidade. Mas, quero afirmar: Deus te olha diferente; Deus te olha como pessoa, como individuo. Assim, como no meio da multidão, Cristo enxergou aquela mulher, ele também vê a cada um de nós.

E o olhar de Deus vai além de um olhar natural e apenas externo. Deus olha as alegrias, mas também olha as angústias e sofrimentos que carregamos quase sempre calados no coração.

Aquela mulher, apesar de confiar em Deus, não expôs os seus sofrimentos publicamente. Entretanto, Cristo os enxergou plenamente. Eis aqui a grande benção: DEUS NOS VÊ COMPLETAMENTE!

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 15:19
[ ] [ envie esta mensagem ]





A PENEIRA DA FÉ

Salmo 13

 

INTRODUÇÃO

            Peneira: objeto, geralmente arredondado, usado para separar uma substância de outra. Peneirar: ato de selecionar.

ATÉ QUANDO? Qual cristão ainda não nutriu este tipo de sentimento? Imagino que todos nós, em algum momento da vida, perguntamos ao Senhor: Deus, até quando enfrentarei está situação? Até quando durará esta crise familiar? Até quando durará esta crise financeira? Até quando ficarei desempregado? Até quando durará esta enfermidade?

Podemos chamar este Salmo de “A peneira da fé”, pois ele nos ensina termos uma fé viva em Deus. Eis algumas lições do Salmo:

 

1.    A fé em Deus não nos isenta de crises de fé – vs 1-2

 

2.    A fé em Deus não nos isenta de problemas e provações – vs vs 1-2

 

3.    A fé em Deus leva-nos a clamar seu amparo – v 3

 

4.       A fé em Deus leva-nos a buscar segurança nele – v 4

 

5.       A fé em Deus leva-nos a confiar, regozijar e descansar na sua providência. – vs 5-6

 

CONCLUSÃO

Estamos sujeitos aos problemas e dificuldades da vida, e o nosso Pai celeste entende a limitação e a manifestação de desabafo da nossa alma. Porém, o nosso desabafo deve ser acompanhado de uma AFIRMAÇÃO DE FÉ, pois, do contrário, será apenas MURMURAÇÃO contra Deus; esta atitude não lhe agrada e demonstra grande incredulidade.

É nas crises que a verdadeira fé é provada (peneirada) e exercitada. Por isso, o apóstolo Tiago diz: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1:2-3).

EIS AÍ A PENEIRA DA FÉ.

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 14:56
[ ] [ envie esta mensagem ]





IGREJA DE DEUS

Ap 3:7-13

Revº Gerson Correa de Lacerda

Adaptação e publicação – Revº Hélio Osmar Fernandes

 

INTRODUÇÃO

Igreja do diabo! Parece ser uma afirmação estranha. O texto bíblico desta reflexão faz menção à igreja do diabo, que é chamada de sinagoga de satanás.

Esta mesma expressão aparece no capítulo 2:9 de Apocalipse. Trata-se de uma terminologia que certamente não gostamos de utilizá-la. É muito mais agradável, é muito mais importante falarmos da Igreja de Deus. Então, qual foi o motivo que levou Jesus, o Senhor da Igreja, a fazer menção à igreja do diabo? É bem provável que ele quis estabelecer um contra ponto entre a igreja do diabo e a Igreja de Deus.

No ano de 1884, Machado de Assis publicou um livro de contos intitulado “Histórias Sem Datas”, cujo um dos contos é chamado de A IGREJA DO DIABO.

Diz o conto que o diabo resolveu fundar uma igreja, a fim de concorrer com as diversas religiões. Dizia-se cansado de ser desorganizado, de ficar com as eventuais sobras das diferentes manifestações de fé. Fundando uma igreja, teria a vantagem de ser a única, ao passo que as outras religiões se combatem e se dividem. A dele seria a única.

Então o diabo vai a Deus e comunica a sua intenção. Imediatamente desce à terra e começa sua pregação. O “evangelho” proclamado defende a inveja, a gula, a avareza, a ganância, a esperteza, a preguiça; tudo isso tido como virtudes em sua igreja.

Rapidamente, obtém mais e mais adeptos, tornando-se a igreja das conveniências humanas; simpática e atraente. Torna-se uma igreja sedutora.

Através deste conto, Machado de Assis questionou a hipocrisia presente nas diversas religiões, inclusive na cristã.

Qual o significado do termo presente no texto – SINAGOGA DE SATANÁS?

É preciso considerar o aspecto religioso do Império Romano. A religiosidade do império era revestida de suntuosidade, de poder político e econômico, de status diante dos grandes templos dedicados ao imperador – o “deus” do império romano, dos interesses pessoais de que as divindades fizessem aquilo que era da vontade de cada religioso. Como no conto de Machado de Assis, a sinagoga de satanás alimentava a inveja, a sedução, a avareza, a ganância, a esperteza; tudo em nome da religiosidade.

Está aí a realidade religiosa no tempo em que a carta foi endereçada à igreja de Filadélfia.

Diante disso perguntamos: será que nos dias de hoje existe a igreja do diabo? Será que hoje em dia existem igrejas que propagam a ganância, a avareza, o acumulo de bens matérias, a suntuosidade de megatemplos, megacultos e megashows, em nome da fé?

 

Entretanto o que queremos, de fato, dar destaque nesta reflexão é à Igreja de Deus. O que caracteriza uma Igreja verdadeiramente de Deus? O que diferencia uma Igreja de Deus de uma igreja do diabo? Esta carta nos auxilia nas respostas.

Algumas coisas ajudam-nos na identificação de uma Igreja de Deus:

 

Igreja de Deus é uma IGREJA FRACA (tens pouca força – v. 8)

Eis aí uma característica da Igreja de Deus. Pode parecer estranha, mas esta é uma das principais características da Igreja de Deus. A igreja não é forte pelo seu tamanho, a força da igreja não está no número de fiéis que ela possui, a força da igreja não está no seu poder econômico, a força da igreja não está nas orações fortes, a força da igreja não consiste nos megatemplos suntuosos, chamados de catedrais em vários lugares, a força da igreja não está no suposto poder que seus líderes possuem, a força da igreja não está no poder e no status que a mídia dá.

A força da igreja está tão somente no seu Senhor, o Cristo vivo e ressurreto; o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores. A força da igreja consiste em confiar totalmente em Deus, e jamais em si mesma.

Lideres afirmam abertamente: venha pra cá, aqui a igreja é forte! Aqui nós oramos forte! Aqui tem o poder de Deus! Aqui fazemos coisas que em outras igrejas não se faz. Quanta presunção...

 

Igreja de Deus GUARDA A PALAVRA DE DEUS – v 8

A Palavra de Deus ensina o caminho da partilha. Muitas igrejas, hoje, ensinam o caminho do acumulo. A palavra de Deus ensina o caminho da eternidade, olhar para o que é eterno, no entanto, muitas igrejas, hoje, ensinam os fiéis a olharem para o que é terreno, passageiro. A palavra de Deus ensina o caminho da resistência ao diabo, no entanto, muitas igrejas, hoje, se arvoram em amarrar, em expulsar o demônio, mas, ao mesmo tempo ensinam seus fiéis a serem gananciosos e avarentos, em nome de Deus. A palavra de Deus ensina que a Graça de Deus nos basta; e quando estamos fracos, aí é que somos fortes.

 

Igreja de Deus NÃO NEGA O NOME DE CRISTO – v 8

Diante de todas as grandes dificuldades enfrentadas pelos irmãos dos primeiros séculos da igreja, os de Filadélfia não negaram o nome de Cristo. Sofreram, mas foram amparados pela fidelidade de Deus. Não negaram sob pressão e perseguição. A igreja de Deus, no Brasil, não pode negar o nome de Cristo sob a LIBERDADE. Quem não é fiel a Cristo na liberdade, também não o será na perseguição. Eis o grande desafio da Igreja atual: Ser fiel a Cristo na liberdade religiosa.

 

CONCLUINDO

Temos sido uma legítima Igreja de Deus? Que a igreja sempre se reconheça a si mesma fraca, a fim de que dependa totalmente do Senhor Jesus Cristo. Que a igreja seja uma legítima guardiã da Palavra de Deus. Que a igreja resista às seduções da fé enganosa e avarenta. Que a igreja jamais negue o precioso nome de Cristo, e que seja achada fiel na volta do Senhor Jesus. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Amém.



- Postado por: Rev. Hélio às 11:31
[ ] [ envie esta mensagem ]