*Conselho da Igreja*



*Pastores*


Revº Hélio Osmar Fernandes


Revº Milton de Oliveira


*Presbíteros*


Hélio Ferreira de Araújo

Roberto da Freiria Estevão

Maria Selma Rodrigues

Célia Maria Pacheco Pernica

*Ministério de Ação Social e Diaconia*



*Diáconos e Diaconisas*


Maria Aparecida de Oliveira Araujo

José Marques da Silva

Genil Fereira de Lima

Benedito Rodrigues

Neide Regina Moreira Tomazinho

Elza Maria Monteiro da Silva

Jovino Brito da Silva

*Afirmação de fé*


Não estamos sós, vivemos no mundo de Deus.

Cremos em Deus, criador de todas as coisas; que veio em Jesus Cristo, a Palavra feita ser humano, para reconciliar e renovar; que opera em nós e outros pelo Espírito Santo.

Confiamos em Deus.

Somos chamados para ser Igreja: para celebrar a presença de Deus, para amar e servir aos outros, para buscar a justiça e resistir ao mal, para proclamar Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado, nosso juiz e nossa esperança.

Na vida, na morte, na vida além da morte, Deus está conosco. Não estamos sós.

Graças sejam dadas a Deus.



*Nossos Encontros Semanais*


Domingo: Escola Dominical  - 9:00hs - Culto de Louvor - 19:30hs

Terça e Quinta: Grupos Familiares - 20:00hs

Quarta: Estudo Bíblico - 20:00hs

Sábado: Grupo de Leitura da Bíblia - Jovens e Adolescentes - 14:30hs

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VIDA ORGANIZADA

Pv 30:24-28

 

 Introdução

Nosso Deus é organizado e requer que seus filhos tenham um a vida organizada. O livro de Levítico é uma demonstração da organização do Deus, quanto à vida e quanto ao culto. O texto do livro de Provérbios, acima citado, torna-se um excelente referencial para auxiliar-nos quanto à organização da vida,

 

ORGANIZAR A VIDA MATERIAL E SOCIAL

O Exemplo Das Formigas (v. 25). Elas organizam o formigueiro no verão; elas se preparam no verão, a fim de enfrentarem o inverno. Assim, os filhos de Deus precisam planejar e organizar a vida futura. Não se trata de preocupar-se com o futuro; mas, sim, preparar-se para ele. Muitos crentes sofrem porque a vida material e social esta desorganizada.

 

ORGANIZAR A VIDA ESPIRITUAL

O Exemplo Dos Arganazes – Esquilos (v. 26). No texto, são chamados representantes do “povo não poderoso”. Representam a fraqueza e a fragilidade humana. Contudo, o texto diz que, pelo fato de serem fracos e frágeis, os arganazes fazem sua casa nas rochas. Que grande exemplo e lição. A fim de termos a vida espiritual organizada, precisamos colocá-la sobre a rocha eterna: Jesus Cristo. Ele é a rocha da nossa salvação. Somente fundamentado nEle, haverá organização da vida espiritual.

 

ORGANIZAR A VIDA ÉTICA E MORAL

O Exemplo Dos Gafanhotos (v. 27). O texto diz que os gafanhotos não têm rei; contudo, marcham todos em bandos. A lição dos gafanhotos é esta: quem sabe o que deve fazer corretamente, não precisa de policiamento, pressão ou imposição de uma lei. Há crentes que não estão em paz pelo fato de agirem erroneamente. Onde não há ética e boa moral, sempre haverá desordem.

 

ORAGANIZAR A VIDA COM CORAGEM PARA A BUSCA DO BEM

O Exemplo Do Gego – Lagartixa (v. 28). É um animal muito frágil, cujo mesmo pode ser apanhado com as mãos. Entretanto, apesar da fragilidade, ele procura os melhores lugares (palácio). Assim, também, os filhos de Deus devem ser corajosos para buscarem o bem. Há muitas pessoas que são corajosas e valentes para fazerem o que é mau. O crente deve ser corajoso para buscar e fazer o que é bom.

 

Concluindo

Valorize os exemplos desses animaizinhos. Organize sua vida sócio-material, ética-moral, com coragem para buscar o bem; e, especialmente, organize a sua vida espiritual, colocando-a sobre a rocha eterna: Jesus Cristo. Amém.



- Postado por: Rev. Hélio às 18:16
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TRIBULAÇÃO

Sl 116:1-6 ; At 14:19-22

Três Formas De Tribulação

INTRODUÇÃO

TRIBULAÇÃO – aflição, sofrimento, adversidades, lutas. Este é um aspecto da vida cristã muito enfatizado. Aliás, todos os seres humanos, de uma maneira o de outra, enfrentam tribulações. É desumano pretender viver sem passar por tribulação. Isto seria alienante; seria fuga da realidade.

Queremos refletir sobre três formas de tribulação e as reações e atitudes diante de cada uma delas.

I.              TRIBULAÇÃO DE ORDEM CIRCUNSTANCIAL                  

Trata-se da tribulação que foge ao nosso controle, não depende da nossa vontade. A tribulação circunstancial não escolhe cor, raça, credo, religião, pobres ou ricos. Ela é uma possibilidade para todos, porque faz parte da vida, faz parte da existência humana. Trata-se das tragédias, dos acidentes, dos transtornos temporais, das situações inesperadas, das doenças etc. Crentes e incrédulos estão sujeitos a enfrentá-la. Diante da tribulação de ordem circunstancial, qual deve ser a reação do crente? Confiar plenamente na Providência de Deus. Estas circunstâncias são oportunidades para desenvolvermos e exercitarmos nossa fé em Deus e colhermos os benefícios das suas promessas (Sl 46:1 ; Tg 1:3-4).

II.           TRIBULAÇÃO DE ORDEM CARNAL

Trata-se da tribulação gerada pelo nosso próprio erro, pelo nosso próprio pecado, pela nossa desobediência a Deus, desobediência à sua Palavra. É a tribulação gerada pela nossa falta de domínio próprio, pela nossa cobiça, pela nossa ganância, pelo nosso orgulho, pela nossa vaidade, pelo nosso próprio temperamento, pela nossa ira, pela nossa raiva, pelo nosso ódio, pela nossa dureza de coração, pela nossa malícia, pela nossa fraqueza, pela nossa própria vontade pecaminosa. Diante da tribulação de ordem carnal, qual deve ser a reação? A única reação correta, segundo a Palavra de Deus, é o arrependimento, a confissão e a mudança de atitude; ou seja, uma genuína conversão (Exemplo: Sl 32 e 51).

III.        TRIBULAÇÃO DE ORDEM CRISTÃ

Trata-se da tribulação gerada pela nossa fidelidade a Jesus, pela nossa fidelidade e obediência ao evangelho, pelo fato de seguirmos e obedecermos a Cristo. É a tribulação gerada pelo fato de nos posicionarmos como verdadeiros crentes na sociedade; pelo fato de se agir como estudante cristão, como trabalhador cristão, como um cidadão crente em Cristo. É a tribulação gerada pelo fato de se dizer não àquilo que todos dizem que é normal. Há vários exemplos: Paulo sofreu por amor ao evangelho de Cristo, Pedro e João sofreram por Cristo, Estevão morreu apedrejado por amor a Cristo, Ablandina – séc II – foi terrivelmente torturada até a morte por amor a Cristo. Diante da ribulação de ordem cristã, qual deve ser a reação do cristão? Ter a plena convicção que está sofrendo pelo fato de servir a Deus e, apesar do sofrimento momentâneo, ter a alegria do Espírito.

CONCLUSÃO

Que tipo de tribulação você está enfrentando: Circunstancial, carnal ou cristã? Se for circunstancial, confie em Deus e em sua providência, lembre-se: Deus não dá um fardo maior do que você possa carregar. Se for carnal, arrependa-se, confesse e abandone o pecado (Sl 32:3-5; Pv 28:13-14). Se for cristã, permaneça fiel e suplique a Deus seu auxílio e forças para prosseguir.



- Postado por: Rev. Hélio às 15:52
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CRER EM DEUS

Hb 11:6

 

INTRODUÇÃO

 

Crer em Deus. Se perguntarmos às pessoas se elas consideram importante CRER EM DEUS, praticamente todas responderão: SIM. A Bíblia fala que crer em Deus é fundamental para que alguém possa relacionar-se com Ele (Hb 11:6). Certa vez, Jesus afirmou (Jo 7:38): “Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. Esta afirmação de Jesus mostra que EXISTIRAM, EXISTEM E EXISTIRÃO maneiras diferentes das pessoas crerem em Deus. Por isso, a afirmação de Jesus define qual deve ser a maneira correta de alguém crer nele: Como diz a Escritura.

A carta do apostolo Tiago fala da importância de termos uma fé verdadeira em Deus, o que ele chama de FÉ VIVA.

neste momento, queremos mostrar, nas Escrituras, três maneiras de se crer em Deus, E QUAL DELAS É A CORRETA.

 

1.    CRER EM DEUS À SEMELHANÇA DOS RELIGIOSOS 

(Tg 1:22-24)

 

2.    CRER EM DEUS À SEMELHANÇA DOS DEMÔNIOS

(Tg 2:18-19)

 

3.          CRER EM DEUS À SEMELHANÇA DO CONVERTIDO A CRISTO  (Tg  4:7-10)

a)   produz sujeição e submissão a Deus;

b)   produz resistência ao diabo;

c)   produz desejo de comunhão com Deus (achegai-vos),

d)   produz arrependimento de pecados e conversão.

 

4.    CONCLUINDO

 

Esta reflexão mostrou que A FORMA CORRETA DE SE CRER EM DEUS é aquela que produz transformação na vida; CRER EM DEUS À MANEIRA BÍBLICA: produz sujeição e submissão a Deus; produz resistência ao diabo; produz desejo de comunhão com Deus (achegai-vos), produz arrependimento de pecados e conversão.

Jesus disse isto quando afirmou: “Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva; ou seja, quem crê em Deus CONFORME ENSINAM AS ESCRITURAS, algo novo começa a acontecer em seu interior. Jesus falava a respeito da presença e ação do Espírito Santo na vida do homem, como fruto da verdadeira crença em Deus.

De que maneira você crê em Deus? À semelhança dos religiosos? À semelhança dos demônios? À semelhança do convertido?

Creia em Deus de maneira correta. Creia em Deus como dizem as Escrituras. Creia em Deus, arrependa-se e converta-se a Ele. Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.



- Postado por: Rev. Hélio às 16:34
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PAI NOSSO

 Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.

 

 Introdução

Há tentação e tentação. A tentação pode ter caráter benéfico ou maléfico. Tudo dependerá da maneira como reagimos diante dela. Entretanto, somos fracos e não podemos enfrentá-la por nós mesmos. É sobre a maneira como reagimos diante da tentação que meditaremos nesta última petição da Oração do Senhor..

 

Tentação e provação

Existe uma linha muito tênue entre a tentação e a provação.

 

Tentação: A tentação tem como causa a cobiça humana (Tg 1:14). É a própria cobiça humana que produz a avareza, a ganância, a soberba, a autosuficiência, o desejo pelo status, a sede do poder, o desejo desenfreado pelas riquezas, a inveja, o egoísmo, e coisas tais como estas, que alienam o homem inteiramente de Deus. Também, a tentação tem como causa o próprio Satanás, chamado de tentador (Mt 4:3 ; 1Tss 3:5). Contudo, é preciso acentuar que Satanás trabalhará principalmente na cobiça e na fraqueza do homem, a fim de induzi-lo à tentação. Neste caso, a ordem bíblica dada aos cristãos é: sujeitai-vos a Deus; mas resisti ao diabo (Tg 4:7); nem deis lugar ao diabo (Ef 4:27).

 

Provação: é uma espécie de tentação permitida por Deus a fim de nos ensinar; de nos fazer crescer na fé. Geralmente elas surgem em forma de males que sobrevêm à nossa vida; tais como: momentos de angustias, enfermidades, dificuldades materiais, dificuldades emocionais, dificuldades familiares. Situações como estas são oportunidades que temos para experimentar a presença e o cuidado de Deus para conosco. É isso o que ensina Tiago 1:2-3. Contudo, aquilo que seria uma provação, pode transformar-se em tentação, se diante da provação, o homem murmurar e rebelar-se contra Deus.

 

O valor da petição: não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.

 

Diante das exposições acima – tentação e provação – só resta-nos reconhecermos uma coisa: precisamos indispensavelmente do amparo e da força de Deus, pois somos fracos, e por nós mesmos, não conseguimos vencer as tentações. Enquanto estamos neste mundo, estaremos sujeitos as provações e as tentações.

É justamente por isso que Jesus ensinou esta petição. Esta petição não contempla a ausência da tentação. A petição contempla o amparo e o livramento de Deus em meio a tentação, a provação. Esta última petição está em sintonia com 1Co 10:13.

 

Concluindo

A última petição nos ensina:

a)      As tentações e as provações nos sobrevêm. Não podemos ignorar esta realidade.

b)      Não podemos enfrentá-las sozinhos (a petição é dirigida a Deus).

Através desta petição adquirimos a consiência de nossa responsabilidade diante das situações da vida que se nos apresentam todos os dias. A petição faz com que vigiemos, confiantes no amparo de Deus sobre nós.

É como se Cristo nos ensinasse a orar: Vindo as tentações, não nos deixes cair, mas livra-nos do mal.

Revº Hélio



- Postado por: Rev. Hélio às 08:20
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Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

Mt 6:10 b

 

Introdução

Estamos diante da terceira petição, na Oração do Senhor, e nela queremos meditar. Antes de tudo é preciso considerar que a expressão “Reino de Deus” significa o domínio da autoridade e da vontade de Deus sobre tudo e sobre todos, e de forma particular sobre seus filhos, em Cristo. A terceira petição está diretamente ligada à segunda – “Venha o teu reino” – tornando-se, assim, uma espécie de “prova dos nove”. Meditemos nela.

 

Faça-se a tua vontade

Conhecimento e prática. São duas coisas presentes (ou ausentes) no comportamento da sociedade. Conhecimento: é o saber teórico sobre alguma questão, sobre alguma coisa. Prática: é a transformação do conhecimento em ações, atitudes, atos. Em última analise, isto significa colocar em prática aquilo que se conhece teoricamente.

O mesmo princípio se aplica ao ensino de Jesus nesta parte da oração. Como dissemos acima, esta terceira petição está diretamente ligada a segunda. Podemos dizer que através destas duas petições Jesus ensina-nos a coerência que deve haver entre o conhecimento e a prática. Ou seja, “Venha o teu reino” seria o conhecimento (tomar conhecimento) do domínio absoluto e inegável de Deus sobre todas as coisas; “Faça-se a tua vontade” seria a nossa rendição urgente e inadiável ao reino (reinado) de Deus sobre nossa vida. Eu quero (desejo) que o teu reino se cumpra em mim e através de mim.

Quando oramos “Faça-se a tua vontade” evidentemente estamos pedindo e desejando a manifestação do reino de Deus sobre nós, aqui na terra.

 

O referencial da “vontade de Deus”

O nosso referencial, a fim de cumprirmos a vontade de Deus aqui na terra, não é simplesmente a nossa boa intenção; ou seja, fazer aquilo que eu acho que deve ser feito. O referencial por excelência foi apresentado por Jesus: “COMO NO CÉU”. Este é o modelo, este é o nosso parâmetro de conduta, aqui na terra. A vontade de Deus é feita e se faz sem cessar no céu. O Salmo 103:19-22 pode nos auxiliar neste ponto.

Os evangelhos também nos auxiliam. Através deles, vemos que Jesus Cristo também dá o exemplo de que aqui na terra a vontade de Deus deve ser preferida e estabelecida em nós, em detrimento de nossa vontade.

(Mt 26:39 ; Mc 14:36 ;  Lc 22:42 ; Jo 4:34 ; 6:38)

 

Concluindo

Quem ora “Venha o teu reino”, necessariamente, por uma questão de coerência, deve orar: “Seja feita a tua vontade”, a fim de que haja verdadeira harmonia entre a oração e a vida cristã dos filhos de Deus.

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 12:31
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O OLHAR DE DEUS

Mc 5:24b-34

 

INTRODUÇÃO

Há uma música de um grupo popular brasileiro, cujo refrão diz: EU SOU DO POVO, EU SOU UM ZÉ-NINGUÉM. AQUI EM BAIXO AS LEIS SÃO DIFERENTES.

A letra da música fala de um cidadão que se sente perdido no meio da multidão. No meio da multidão ele não tem valor, nem é notado.

Igual sentimento pode-se verificar na música do cantor Zé Ramalho, cujo título é: Admirável Gado Novo. A letra da música começa assim: VOCES QUE FAZEM PARTE DESSA MASSA... Esta letra, como a anterior, fala da massificação do ser humano.

Massificação é o processo de apenas focalizar a multidão (massa, ror) em detrimento da valorização do indivíduo, a tal ponto de igualar-lhe os sentimentos, os valores, as necessidades. Nesta perspectiva, os indivíduos tornam-se uma só massa.

Na massificação, a individualidade é imperceptível e, conseqüentemente, o individuo é anulado. A massificação faz com que todos sejam vistos da mesma forma, ou seja, não sejam vistos na sua individualidade e nas suas particularidades e peculiaridades.

Na sociedade moderna existe a massificação dos costumes, dos valores éticos e morais, da moda, do comportamento, propagados principalmente pelos meios de comunicação, especialmente a mídia televisiva.

Antigamente, o comportamento dos moradores da zona rural era bem diferente do comportamento dos moradores da cidade. Com o advento da energia elétrica na zona rural e, conseqüentemente, com a chegada, principalmente, da televisão ao sítio, estabeleceu-se um processo de massificação cultural do campo. A cultura de massa televisiva aniquilou a beleza da cultura do campo. Os habitantes do campo perderam a sua beleza cultural peculiar e o seu romantismo e, mesmo morando no campo, passaram a ter comportamentos iguais aos dos moradores da cidade.

Estamos fazendo estas rápidas considerações sociais justamente porque estamos diante de um texto do evangelho que nos apresenta a triste realidade da massificação. Podemos constatar no texto que lemos que:

·         A Massificação Anula O Indivíduo

·         A Massificação Ignora A Dor E O Sofrimento Do Individuo

·         A Massificação Não É Capaz De Perceber Gestos Nobres Do Individuo

Foi exatamente isso que ocorreu com os discípulos. Eles estavam com a visão massificada. Por isso, não perceberam a individualidade daquela mulher; não perceberam a dor e o sofrimento daquela mulher; e não perceberam o gesto nobre daquela mulher (toque de fé). Devido a visão massificada, os discípulos não enxergaram aquela mulher através da multidão.

CRISTO: Um Olhar Diferente

Porém, em Cristo encontramos um outro comportamento; um outro modo de olhar a vida, um outro modo de olhar as pessoas. Não é um olhar massificado. Cristo é aquele que, mesmo no meio da multidão, olha o ser humano como indivíduo; como homem e mulher criados à imagem e semelhança de Deus.

 

Para os discípulos, aquela mulher era mais uma no meio da multidão; era uma “Maria-ninguém”.

Mas, para Cristo, aquela mulher era um ser humano digno de atenção, de amor, de valorização.

 

A massificação faz com que muitas pessoas se sintam um “Zé-ninguém”, uma “Maria-ninguém”. Decorrente disso, muita gente sofre de complexo de inferioridade, auto-estima baixa; sente-se sem valor, sem capacidade. Mas, quero afirmar: Deus te olha diferente; Deus te olha como pessoa, como individuo. Assim, como no meio da multidão, Cristo enxergou aquela mulher, ele também vê a cada um de nós.

E o olhar de Deus vai além de um olhar natural e apenas externo. Deus olha as alegrias, mas também olha as angústias e sofrimentos que carregamos quase sempre calados no coração.

Aquela mulher, apesar de confiar em Deus, não expôs os seus sofrimentos publicamente. Entretanto, Cristo os enxergou plenamente. Eis aqui a grande benção: DEUS NOS VÊ COMPLETAMENTE!

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 15:19
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A PENEIRA DA FÉ

Salmo 13

 

INTRODUÇÃO

            Peneira: objeto, geralmente arredondado, usado para separar uma substância de outra. Peneirar: ato de selecionar.

ATÉ QUANDO? Qual cristão ainda não nutriu este tipo de sentimento? Imagino que todos nós, em algum momento da vida, perguntamos ao Senhor: Deus, até quando enfrentarei está situação? Até quando durará esta crise familiar? Até quando durará esta crise financeira? Até quando ficarei desempregado? Até quando durará esta enfermidade?

Podemos chamar este Salmo de “A peneira da fé”, pois ele nos ensina termos uma fé viva em Deus. Eis algumas lições do Salmo:

 

1.    A fé em Deus não nos isenta de crises de fé – vs 1-2

 

2.    A fé em Deus não nos isenta de problemas e provações – vs vs 1-2

 

3.    A fé em Deus leva-nos a clamar seu amparo – v 3

 

4.       A fé em Deus leva-nos a buscar segurança nele – v 4

 

5.       A fé em Deus leva-nos a confiar, regozijar e descansar na sua providência. – vs 5-6

 

CONCLUSÃO

Estamos sujeitos aos problemas e dificuldades da vida, e o nosso Pai celeste entende a limitação e a manifestação de desabafo da nossa alma. Porém, o nosso desabafo deve ser acompanhado de uma AFIRMAÇÃO DE FÉ, pois, do contrário, será apenas MURMURAÇÃO contra Deus; esta atitude não lhe agrada e demonstra grande incredulidade.

É nas crises que a verdadeira fé é provada (peneirada) e exercitada. Por isso, o apóstolo Tiago diz: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg 1:2-3).

EIS AÍ A PENEIRA DA FÉ.

 

Revº Hélio Osmar Fernandes



- Postado por: Rev. Hélio às 14:56
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IGREJA DE DEUS

Ap 3:7-13

Revº Gerson Correa de Lacerda

Adaptação e publicação – Revº Hélio Osmar Fernandes

 

INTRODUÇÃO

Igreja do diabo! Parece ser uma afirmação estranha. O texto bíblico desta reflexão faz menção à igreja do diabo, que é chamada de sinagoga de satanás.

Esta mesma expressão aparece no capítulo 2:9 de Apocalipse. Trata-se de uma terminologia que certamente não gostamos de utilizá-la. É muito mais agradável, é muito mais importante falarmos da Igreja de Deus. Então, qual foi o motivo que levou Jesus, o Senhor da Igreja, a fazer menção à igreja do diabo? É bem provável que ele quis estabelecer um contra ponto entre a igreja do diabo e a Igreja de Deus.

No ano de 1884, Machado de Assis publicou um livro de contos intitulado “Histórias Sem Datas”, cujo um dos contos é chamado de A IGREJA DO DIABO.

Diz o conto que o diabo resolveu fundar uma igreja, a fim de concorrer com as diversas religiões. Dizia-se cansado de ser desorganizado, de ficar com as eventuais sobras das diferentes manifestações de fé. Fundando uma igreja, teria a vantagem de ser a única, ao passo que as outras religiões se combatem e se dividem. A dele seria a única.

Então o diabo vai a Deus e comunica a sua intenção. Imediatamente desce à terra e começa sua pregação. O “evangelho” proclamado defende a inveja, a gula, a avareza, a ganância, a esperteza, a preguiça; tudo isso tido como virtudes em sua igreja.

Rapidamente, obtém mais e mais adeptos, tornando-se a igreja das conveniências humanas; simpática e atraente. Torna-se uma igreja sedutora.

Através deste conto, Machado de Assis questionou a hipocrisia presente nas diversas religiões, inclusive na cristã.

Qual o significado do termo presente no texto – SINAGOGA DE SATANÁS?

É preciso considerar o aspecto religioso do Império Romano. A religiosidade do império era revestida de suntuosidade, de poder político e econômico, de status diante dos grandes templos dedicados ao imperador – o “deus” do império romano, dos interesses pessoais de que as divindades fizessem aquilo que era da vontade de cada religioso. Como no conto de Machado de Assis, a sinagoga de satanás alimentava a inveja, a sedução, a avareza, a ganância, a esperteza; tudo em nome da religiosidade.

Está aí a realidade religiosa no tempo em que a carta foi endereçada à igreja de Filadélfia.

Diante disso perguntamos: será que nos dias de hoje existe a igreja do diabo? Será que hoje em dia existem igrejas que propagam a ganância, a avareza, o acumulo de bens matérias, a suntuosidade de megatemplos, megacultos e megashows, em nome da fé?

 

Entretanto o que queremos, de fato, dar destaque nesta reflexão é à Igreja de Deus. O que caracteriza uma Igreja verdadeiramente de Deus? O que diferencia uma Igreja de Deus de uma igreja do diabo? Esta carta nos auxilia nas respostas.

Algumas coisas ajudam-nos na identificação de uma Igreja de Deus:

 

Igreja de Deus é uma IGREJA FRACA (tens pouca força – v. 8)

Eis aí uma característica da Igreja de Deus. Pode parecer estranha, mas esta é uma das principais características da Igreja de Deus. A igreja não é forte pelo seu tamanho, a força da igreja não está no número de fiéis que ela possui, a força da igreja não está no seu poder econômico, a força da igreja não está nas orações fortes, a força da igreja não consiste nos megatemplos suntuosos, chamados de catedrais em vários lugares, a força da igreja não está no suposto poder que seus líderes possuem, a força da igreja não está no poder e no status que a mídia dá.

A força da igreja está tão somente no seu Senhor, o Cristo vivo e ressurreto; o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores. A força da igreja consiste em confiar totalmente em Deus, e jamais em si mesma.

Lideres afirmam abertamente: venha pra cá, aqui a igreja é forte! Aqui nós oramos forte! Aqui tem o poder de Deus! Aqui fazemos coisas que em outras igrejas não se faz. Quanta presunção...

 

Igreja de Deus GUARDA A PALAVRA DE DEUS – v 8

A Palavra de Deus ensina o caminho da partilha. Muitas igrejas, hoje, ensinam o caminho do acumulo. A palavra de Deus ensina o caminho da eternidade, olhar para o que é eterno, no entanto, muitas igrejas, hoje, ensinam os fiéis a olharem para o que é terreno, passageiro. A palavra de Deus ensina o caminho da resistência ao diabo, no entanto, muitas igrejas, hoje, se arvoram em amarrar, em expulsar o demônio, mas, ao mesmo tempo ensinam seus fiéis a serem gananciosos e avarentos, em nome de Deus. A palavra de Deus ensina que a Graça de Deus nos basta; e quando estamos fracos, aí é que somos fortes.

 

Igreja de Deus NÃO NEGA O NOME DE CRISTO – v 8

Diante de todas as grandes dificuldades enfrentadas pelos irmãos dos primeiros séculos da igreja, os de Filadélfia não negaram o nome de Cristo. Sofreram, mas foram amparados pela fidelidade de Deus. Não negaram sob pressão e perseguição. A igreja de Deus, no Brasil, não pode negar o nome de Cristo sob a LIBERDADE. Quem não é fiel a Cristo na liberdade, também não o será na perseguição. Eis o grande desafio da Igreja atual: Ser fiel a Cristo na liberdade religiosa.

 

CONCLUINDO

Temos sido uma legítima Igreja de Deus? Que a igreja sempre se reconheça a si mesma fraca, a fim de que dependa totalmente do Senhor Jesus Cristo. Que a igreja seja uma legítima guardiã da Palavra de Deus. Que a igreja resista às seduções da fé enganosa e avarenta. Que a igreja jamais negue o precioso nome de Cristo, e que seja achada fiel na volta do Senhor Jesus. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça o que o Espírito diz às igrejas. Amém.



- Postado por: Rev. Hélio às 11:31
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O VALOR DAS ESCRITURAS SAGRADAS- Dt 11;18-28

Em primeiro lugar é preciso conhecer as Escrituras. Jesus disse: vocês erram por não conhecerem as Escrituras. O conhecimento das Escrituras se dá através da leitura, de ouvi-la, e de nela meditar.

Em segundo lugar é preciso abriga-la na alma, na mente, no coração. Isto significa dar o devido valor as Escrituras no dia-a-dia.

Em terceiro lugar, depois de conhece-la e abriga-la no coração, é preciso pratica-la.

Quem deste modo procede, experimenta a bênção da direção de Deus na vida.

Deus edifique a sua vida através das Escrituras.



- Postado por: Rev. Hélio às 16:14
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CONSOLO E ESPERANÇA - que vêm pela fé no Cristo vivo! (João 20:24-31)

Muitos crentes atuais reproduzem o comportamento de Tomé. Por isso, são impedidos de viver a vida cristã de maneira saudável. Geralmente, são crentes inseguros, desanimados, que desconfiam das promessas de Deus contidas em sua palavra. Também têm dificuldades para aceitar outrinas essenciais da fé cristã tais como: Soberania de Deus e Providência de Deus. A primeira fala a respeito do domínio de Deus sobre todo o universo, sobre toda a obra da criação. A segunda fala do cuidado e amor de Deus sobre a obra da criação, especialmente sobre os seus filhos.

A chamada "sindrome de Tomé" tem feito com que muitos crentes não desfrutem a verdadeira vida, nem experimentem o consolo e esperança advindosdo Cristo vivo. O texto do evangelho de João, acima citado, nos coloca diante do consolo e esperança que encontram-se tão somente no cristo ressuscitado. É o Cristo que se apresenta e diz: PAZ SEJA CONVOSCO! Sem dúvida, esta paz que Cristo dá, traz consolo e esperança à vida daueles que crêem. É a PAZ de Cristo que guarda a mente e o coração (Fp 4:7).

Entretanto, a fim de termos consolo e esperança, não podemos repetir os mesmos equívocos de Tomé. Temos de agir diferente. Então, qual deve ser o procedimento?

1. Crer nas promessas da palavra do Cristo vivo: repetidas vezes Jesus alertou seus discípulos a respeito da sua morte e ressurreição, porém Tomé não acreditou (Mt 16:21; 17:22 ; 20:17  ;  Mc 8:31  ;  Lc 9:18).

2. Confessar: SENHOR MEU E DEUS MEU , sem depender de experiências: Tomé só acreditou depois de ter visto o Cristo vivo. Porém, Jesus disse: muito mais bem-aventurados os que não precisam ver para crer.

3. Crer que o testemunho a respeito de Cristo registrados nos evangelhos é suficiente para se ter vida, consolo e esperança: a palavra de Deus é suficiente para aqueles que creem (João 20:30-31).

Que Deus nos edifique sempre pela sua Palavra.

Rev. Hélio Osmar Fernades



- Postado por: Rev. Hélio às 18:00
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PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

A comunicação é indispensável em todo e qualquer relacionamento. E a fala é o principal meio de comunicação. Deus fala e dotou o ser humano com a capacidade de falar.

a) No Antigo Testamento Deus fala intensamente: a voz de Deus passeava pelo jardim do Éden na viração do dia e falava com Adão. Também falou com Caim, falou com Noé, falou com Abrão, falou com Isaque, falou com Jacó, falou com José, falou com Moisés, falou com Josué, falou com Elias, falou com Elizeu, falou com Samuel, falou com os profetas.

b) No Novo Testamento Deus continua a falar: falou com os discípulos, falou com os pecadores, falou com religiosos, falou com gente humilde, falou com gente poderosa, falou com mulheres, falou com crianças... através de Jesus.

c) Deus valoriza o diálogo: Deus sempre tomou a iniciativa de procurar o homem a fim de  dialogar. O diálogo é uma das principais marcas da relação de Deus com seus filhos. Deus fala e faz questão de ouvi-los.

d) Deus, o homem, a fala e os Salmos: os Salmos apresentam um aspecto muito importante: o homem fala intensamente a Deus. O livro dos Salmos mostra que o Deus que fala é também o Deus que tem prazer de ouvir os seus filhos. Através dos Salmos, o homem fala a Deus.

A REALIDADE DA QUEDA (pecado): influência na fala do homem

a) O homem adquire a tendência para acusar: Após a desobediência, no jardim, Deus veio ao encontro do homem e lhe perguntou pelos seus atos. De pronto o homem acusou a mulher como culpada. Semelhantemente, a mulher acusou a serpente. E este tipo de procedimento, desde então, acompanha os homens (a culpa é sempre de alguém).

b) A fala do homem adquire a tendência para a murmuração: Esta prática, lamentavelmente, foi utilizada pelo povo de Israel, principalmente no deserto.

c) A fala do homem adquire a tendência para a maledicência: É impressionante como as pessoas, em geral, têm facilidade de falar mal de alguém. E quando se fala mal, geralmente cria-se contendas (Pv 26:20  ;  Tg 3:1ss).

d) A fala do homem adquire a tendência para a agressividade: Palavras maldosas são capazes de agredir muito mais até do que uma agressão física.

A OBRA DE CRISTO NA CRUZ: Uma nova maneira do homem falar

a) A fala como meio de edificação (Ef 4:29 ; 5:19)

b) A fala como meio de cura (Pv 16:23-24)

c) A fala como meio de prazer e bem-estar (Pv 16:13 e 21)

d) A fala como meio de bom entendimento (Pv 15:1 ; 2Tm 2:24-26)

CONCLUINDO: As nossas conversas, diálogos e palavras têm sido orientados pela queda (pecado) ou pela obra de Cristo em nossa vida? Sigamos a exortação do Sl 19:14: Que as palavras dos meus lábios e a meditação do meu coração sejam agradáveis na tua presença, ó Senhor!



- Postado por: Rev. Hélio às 17:29
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FALAR A VERDADE

“UNS AOS OUTROS”

Efésios 4:25

 

A VERDADE E A TRINDADE

 

A Santíssima Trindade proíbe e rejeita a mentira, o engano e a falsidade. DEUS, O PAI, não aceita o falso testemunho contra o próximo (Ex. 20:16); DEUS, O FILHO, diz claramente que os mentirosos são do diabo, que é o pai da mentira (Jo. 8:44); e DEUS, O ESPÍRITO SANTO, após ter sido derramado sobre a igreja, disciplinou de forma severa a prática da mentira contra Deus e a sua igreja (At. 5:1-11).

 

A VERDADE E A CONVERSÃO À CRISTO

 

Efésios 4:25 ordena que falemos a verdade uns com os outros. Mas o contexto deste versículo fala da transformação que Cristo faz na vida das pessoas, de forma que elas deixam a velha vida de pecado (mentira) e passam a viver uma nova vida em Cristo (verdade). Há uma troca de roupa. Antes de Cristo – velha roupagem; depois de Cristo – nova roupagem. Portanto, falar a verdade, neste texto, não se trata somente da linguagem franca e honesta como fruto de um bom caráter, mas também implica em viver a verdade de uma espiritualidade viva; de uma nova vida em Cristo, pois, Cristo é o caminho, A VERDADE, e a vida.

 

A VERDADE E O RELACIONAMENTO CRISTÃO

“Portanto, deixando a mentira, fale cada um a verdade com seu próximo, porque somos membros uns dos outros”. (Ef. 4:25)

A verdade, nos relacionamentos, especialmente entre cristãos, é divinamente ordenada (Ef. 425; Cl 3:9), e o falar a verdade é essencial à piedade autêntica (Salmo 15:1-3).

 

·        Falar a Verdade Protege e Edifica o Corpo de Cristo

 

·        Falar a Verdade é Um Dever Cristão:

ü     Falar com amor

ü     Falar no momento certo

ü     Falar com clareza

Não basta simplesmente dizer a verdade. Há uma frase de domínio popular que diz o seguinte: “Fale a verdade, doa a quem doer”. Esta pode ser uma máxima popular, mas não pode ser uma máxima cristã. Devemos falar a verdade, considerando as maneiras expostas acima (com amor, no momento certo e com clareza).

 

CONCLUSÃO

 

Falar a verdade é um dever cristão. Esta é uma das formas de VALORIZAR as pessoas. Falar a verdade contribui diretamente para a edificação do corpo de Cristo, conforme diz Efésios 4:29.

Portanto, vamos sempre falar a verdade, para a glória de Deus.



- Postado por: Rev. Hélio às 20:34
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     PAZ

Rm 14:17-19

 

 

Paz! É o que todos dizem que desejam, mas pouca gente conhece. Mas, a promessa do Evangelho é de vida e paz.

·       A reconciliação com Deus pela fé em Sua Graça, deve produzir “paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”.  “...Justificados, pois ....” (Rm 5:1).

·       Jesus disse que nos deixaria a Sua paz, a qual é diferente da paz do mundo. Sua paz não nos livra da aflição (“no mundo tereis aflições” Jo 16:33), mas nos deixa o coração sereno, não turbado.

·       Paulo diz (Cl 3:15) que a paz de Cristo deve ser o árbitro que julga nossas decisões na consciência. Se houver paz diante de Deus, e se Deus nos visita com paz, então, tudo bem; se não, nada feito. Esse deve ser o critério, com profundo respeito à iluminação do Espírito em nossa consciência sincera para com Deus.

·       De fato, não existe meio de alguém gozar verdadeira paz se não for em Deus. Fora de Deus não há paz verdadeira; só ilusória e circunstancial. Por isso, paz é fruto do Espírito de Deus em nós. Assim, saiba-se: onde genuinamente existe paz, aí Deus fez morada.

·       Paz é dom de Deus segundo a Graça. Graça e Paz andam juntas.

·       Paulo também afirmou que a Paz de Deus, que vai além da nossa compreensão, guarda o nosso coração e mente.

·       Jesus disse aos Seus discípulos que no mundo teriam aflições a fim de que eles tivessem paz Nele. Essa é a Paz que é consciente e conseqüência da Graça. Tal paz convive com a contradição e passa pelas veredas espinhosas das circunstâncias da vida, mas não se rende jamais, pois, é alimentada por uma certeza superior, e que vem do alto, de Deus.

·       “Paz seja convosco” é a saudação de Jesus. O desejo Dele é que Seus discípulos sejam o povo da paz!

·      O cristão é chamado para promover a paz; ser instrumento da paz. O cristão que promove a discórdia, o conflito, a contenda, ainda não se deu conta do seu papel e não está agradando a Deus.

·      Só pode anunciar a Boa Nova do evangelho quem experimenta e vive a paz de Cristo. A grande unção do Evangelho para quem prega são o amor e a paz.

·       O texto desta reflexão é muito claro e direto:

 

Ø    O reino de Deus é reino de Paz;

 

Ø    O cristão deve agradar a Cristo e ser aprovado pelo mundo;

 

Ø    O cristão deve seguir as coisas da Paz!



- Postado por: Rev. Hélio às 20:22
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Olá amigos e irmãos:

Devido a circunstâncias desfavoráveis, ficamos algum tempo sem publicações aqui. Agora, pretendemos retornar com nossas publicações periódicas.

Aqui vai um resumo do sermão pregado no domingo passado (20/04/08). O texto é João 21:1-17, em que enfatizamos:

I. O CRISTO RESSUSCITADO SE FAZ PRESENTE NA VIDA DA IGREJA (vs. 1-4)

II. O CRISTO RESSUSCITADO SUPRE AS NECESSIDADES DA IGREJA (Doutrina da Providência de Deus) - vs. 5-13

III. O CRISTO RESSUSCITADO RESTAURA, RENOVA E MOTIVA A IGREJA (vs. 15-17)

Deus os abençoe!

Rev. Hélio



- Postado por: Rev. Hélio às 22:54
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PÁSCOA CRISTÃ

Páscoa é uma palavra hebraica (pessach), e significa passagem. A festa da Páscoa judaica surgiu no Egito, quando o povo de Israel vivia no cativeiro, onde permanecera por quatrocentos anos. Conta-nos a história bíblica, no livro de Êxodo, que Deus ouviu o clamor do seu povo (Israel) e desceu para libertá-lo da escravidão. Deus usou um homem chamado Moisés para a realização do processo de libertação. Diz-nos o Êxodo que Deus ordenou ao povo, através de Moisés, que entrasse cada família em sua casa, fechasse a porta sobre si, matasse um cordeiro em sacrifício e o comesse, pois naquela noite haveria livramento. Assim, surgiu a festa da Páscoa em Israel. O povo passou da escravidão para a liberdade.

Por isso, Jesus Cristo é chamado de “O Cordeiro Pascal”, pois através do seu sacrifício na cruz, obtivemos a nossa libertação do pecado, das trevas e da morte. As Sagradas Escrituras nos dizem, na carta do apóstolo Paulo aos Colossenses 1:18... “Ele (Deus) nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; no qual (em Cristo) temos a redenção, a remissão de pecados...”. No evangelho de João 5:24 Jesus diz: “Em verdade vos digo: quem ouve as minhas palavras e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida.

Este é o sentido da Páscoa cristã. Cristo, o Cordeiro de Deus deu a sua vida para nos salvar. Não se trata de ovo de chocolate nem de coelhinho... Feliz Páscoa a todos, com Cristo!

- Postado por: Rev. Hélio às 23:35
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